hotel solidão

Junho 28, 2009 · 1 Comentário

o que é simples nem sempre serviu de cimento,
de cola pra os amantes…
cola tua pele na minha, ajoelha, implora
diz ao que veio
talvez eu lhe conte algum segredo
talvez eu lhe mostre algum sonho bom
sonho pele, sonho pêlos, você e você,
vontadade de me enfiar aí no meio,
gritar teu nome baixinho,
dizer coisas no teu ouvido
talvez com algum respeito
esta não é hora de juras de amor eterno
é hora do sabor, do instante, da ebulição…
do gosto na boca, da boca no gosto com gosto
deixa vir nos gritos, nos gemidos
deixa que você escorra,
que fuja por debaixo da coberta, da porta
te apanho inteira… amanhã só arranhões
tudo não passou de um rasgo
um rasgo besta! Mais uma vez.

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1 resposta Até agora ↓

  • Malu Green! // Julho 5, 2009 às 5:05 pm | Responder

    Há dias seu blog está aberto aqui. Todos os dias eu leio este último texto pelo menos umas 2 vezes, mas não consigo elaborar um comentário inteligente. Travas.
    De qq forma, é ótimo. Mas isso, vc já deve saber ;)

    =*

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