liberté

Pessoas são estranhas. Nem sempre se convencem do pior. Pessoas, com o tempo, se conformam com o mundo, com tudo ao redor. Tornam-se mais do mesmo, comuns, como todo mundo, como tudo ao redor, ainda que tudo ao redor não seja vida, ainda que tudo ao redor não tenha vida. Fascínio, destilando em enganos, em favos, doce pecado, passear por teus lábios, línguas, é sempre um erro. Um que eu quis evitar, mas o mundo te engole antes que você saiba se defender. A gente se perde em veias, em vaidades, em feiras, em exibições, exposições, em nós mesmos, no muito que achamos que somos, ainda que sejamos um pouco qualquer, sem pressa, sem vida, com muitas aspirações, muitas vontades. Minha vontade agora, bem, você sabe… nunca sei por onde começar. Não gosto de começos também… o grande silêncio. Le grand silence. Os teus olhos cheios, a grande tempestade que se aproxima. Pedaços de pensamentos no papel, apenas isto. Fluxo. Pressa. Flecha. Você na minha cama. Tu es ma came. Bruni no fone de ouvidos.

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Uma resposta para “liberté

  1. Quem não conseguir inspiração ouvindo a voz dela, sinto dizer, mas dificilmente conseguirá inspiração com outra coisa.

    ***
    Que bom que você não largou os blogs!
    Feliz 2010!
    Beijos

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